
Escudo português com predominância do esmalte de Blau e dos metais Or e Árgen. O brasão traz consigo símbolos que representam a Diocese de Votuporanga. Acima do escudo a Mitra forrada de Goles. Ao fundo a Cruz e o báculo de Or decussados. No listel os dizeres: Diocese de Votuporanga’’, dia, mês e ano de criação.
O brasão da Diocese de Votuporanga foi confeccionado por ocasião de sua criação. Foi criado pelo heraldista Padre Rodrigo Catini Flaibam, clérigo da Arquidiocese de Campinas e foi explicado pelo heraldista, e então seminarista, Alan Daga Miatello.
A cor Argén (prata) representa a fé, a pureza e a integridade, virtudes facilmente encontradas em Maria pois ela ‘‘encontrou graça diante de Deus’’ (Lc 1,30). Essa cor também representa a paz: cada cristão, por ocasião de seu Batismo, é chamado a ser portador da Paz de Cristo (Jo 14,27) e a Diocese, como porção do Povo de Deus hierarquicamente organizado, deve resplandecê-la em toda sua ação pastoral.
O Or (ouro), representa a nobreza, a riqueza e a realeza sacerdotal de Cristo (Ap 5,12).
A cor Goles (vermelho) do forro da mitra representa o sangue de Cristo que se doa pela sua Igreja amando-a até o fim (Jo 13,1). Goles representa ainda a ação do Espírito Santo presente na ação evangelizadora de todos os diocesanos.
O Blau (azul) representa o zelo, a lealdade, a caridade, a justiça, a beleza e a boa reputação. Esta cor evoca também o manto de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira da Diocese, que cobre com amor cada um dos fiéis batizados da Diocese. A mitra, pousada sobre o escudo, com forro de Goles representa a ação do Espírito Santo que emana do poder episcopal agindo em seu múnus de ensinar, governar e santificar a Igreja, Povo de Deus.
Brocante ao escudo, a imagem da Catedral quer recordar a cada fiel que é nela em que se reúne a Igreja particular de Votuporanga em seus diversos momentos de celebração e que ela, como igreja-mãe, acolhe sempre de braços abertos todos os que a ela acorrem. Acima da imagem da Catedral uma flor-de-lis de Árgen representa a figura de Nossa Senhora Aparecida. Maria é fundamental na história da Salvação pois, através de seu “sim”, foi-nos dada a oportunidade de participarmos do banquete celeste do Cordeiro (Ap 19,9). Ela é a imagem da Igreja, revestida de glória e esplendor, mãe cheia de Graça que tem como missão gerar Cristo no mundo (Ap 12).
